Varulven (tradução)

Original


Garmarna

Compositor: Não Disponível

A donzela ia para a casa de campo
Tílias se arrepiam no bosque
Então tomou rumo à floresta azul
Pois estava pelo amor subjugada

E quando chegou à floresta azul
Tílias se arrepiam no bosque
Lá encontrou um lobo tão cinza
Pois estava pelo amor subjugada

Ó, caro lobo, não me mordas
A ti, darei meu vestido prateado

Um vestido prateado não me serve de nada
A mim darás tua vida e teu jovem sangue

Ó, caro lobo, não me mordas
Tílias se arrepiam no bosque
A ti, darei meu sapato prateado
Pois estava pelo amor subjugada

Um sapato prateado não me serve de nada
Tílias se arrepiam no bosque
A mim darás tua vida e teu jovem sangue
Pois estava pelo amor subjugada

Ó, caro lobo, não me mordas
A ti darei minha coroa dourada

Uma coroa dourada não me serve de nada
A mim darás tua vida e teu jovem sangue

A donzela subiu bem alto em um carvalho
Tílias se arrepiam no bosque
E o lobo rondeava no chão e uivou
Pois estava pelo amor subjugada

O lobo arrancou o carvalho pela raiz
Tílias se arrepiam no bosque
A donzela rendeu um estridente grito
Pois estava pelo amor subjugada

O jovem escudeiro selou o seu corcel cinzento
Tílias se arrepiam no bosque
Cavalgou mais ligeiro do que o vôo d'uma ave
Pois estava pelo amor subjugada

E quando chegou ao lugar arborizado
Tílias se arrepiam no bosque
E nada mais achou além d'um braço sangrento
Pois estava pelo amor subjugada

Deus me console, Deus me faça um melhor escudeiro
Tílias se arrepiam no bosque
Minha donzela se foi, meu cavalo se esgotou
Pois estava pelo amor subjugada

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